EDUCAÇÃO FÍSICA DO PROFESSOR WILLIAM PEREIRA

Este blog é a continuação de um anterior criado pelo Professor William( http://wilpersilva.blogspot.com/) que contém em seus arquivos uma infinidades de conteúdos que podem ser aproveitados para pesquisa e esta disponível na internet, como também outro Blog o 80 AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA (http://educacaofisica80aulas.blogspot.com/ ) que são conteúdos aplicados pelo Professor no seu cotidiano escolar.

terça-feira, 26 de março de 2013

Newsletter da Saúde

Newsletter da Saúde


Diferença entre tendinite e bursite

Posted: 25 Mar 2013 01:51 AM PDT


Entenda a diferença entre tendinite e bursite


Ambas são processos inflamatórios e possuem sintomas bem parecidos. A tendinite é uma inflamação do tendão, caracterizada por inchaço, calor e vermelhidão na área afetada. Já a bursite é a inflamação da bursa (uma "bolsa" cheia de líquido que tem a função de proteger os tecidos ao redor das articulações do corpo), e que se localiza em ombros, cotovelos, quadril, joelhos.

"A bursite é uma inflamação secundária. Ela só acontece após uma lesão no tendão que ela protege (tendinite)", explica o ortopedista do Einstein, Dr. Eduardo Carrera.

As inflamações nos tendões podem ocorrer por diferentes motivos, como excesso de uso (esporte) e sobrecarga, processos traumáticos, e até mesmo em função de outras doenças, como a artrite reumatoide.

Pessoas e profissões mais afetadas

De acordo com o Dr. Carrera, cada articulação pode desenvolver um tipo de tendinite, isso vai depender da atividade diária do paciente. Por exemplo, jogadores de futebol provavelmente irão ter processos inflamatórios nos membros inferiores, enquanto um tenista tende a desenvolver lesões nos membro superiores (pernas, tornozelos e pés) e no quadril.

As profissões mais afetadas pelas tendinites de ombro são aquelas em que o indivíduo trabalha com o braço acima da cabeça (professores, trabalhadores braçais, pintores etc.) e esportistas que fazem movimentos de arremesso. As tendinites são muito comuns em idosos pelo fato de estarem diretamente ligadas ao processo degenerativo, tanto biológico quanto fisiológico, do corpo.

"A evolução da tendinite é a ruptura do tendão, como consequência das lesões degenerativas, que por sua vez são consequências de processos inflamatórios de repetição, explica o Dr. Carrera.

As tendinites de ombro ocorrem geralmente em pessoas com menos de 50 anos. Já as roturas, em pessoas a partir dos 60 anos, em função dos processos inflamatórios coexistentes.

"Existe um falso conceito popular que nomeia todas as lesões dolorosas do ombro de bursite, inclusive uma tendinite. Uma das lesões mais comuns do ombro é a lesão do manguito rotador (grupo de músculos e seus tendões que age para estabilizar o ombro)", informa o médico.

Sintomas e diagnóstico

Mesmo não apresentando sintomas específicos, os mais comuns são dor ao fazer movimento com a área afetada, restrição, ou mesmo limitação do movimento e diminuição da força.

"O paciente que apresentar alguns destes sintomas deve procurar um ortopedista para que sejam feitos exames clínicos por imagens (radiografia, ultrassom e/ou ressonância) para a confirmação do diagnóstico. As estruturas anatômicas de cada pessoa são diferentes e só o médico irá saber diferenciar se o caso trata-se de tendinite ou bursite", aconselha Dr. Carrera.

Tratamento e sequelas

O tratamento clínico é feito com o uso de anti-inflamatórios, repouso e termoterapia (tratamento feito com uso de bolsas de água quente e/ou geladas).

"As bolsas de gelo provocam o estreitamento dos vasos sanguíneos (vasoconstrição), diminuindo as inflamações; enquanto as bolsas quentes aquecem e relaxam a musculatura dos vasos sanguíneos, melhorando a circulação (vasodilatação), e também diminuindo o processo inflamatório," explica o ortopedista.

Imobilizações e fisioterapia para fortalecer os músculos também podem ser indicadas para resolver o problema.

"Se após seis meses o tratamento clínico não obtiver resultado, começamos, então, a pensar em cirurgia, utilizando técnicas minimamente invasivas, como é o caso da reparação por artroscopia", conta.

Em casos de rotura do manguito rotador, se o paciente não for diagnosticado e tratado adequadamente, poderá ter sua capacidade funcional de movimento diminuída.

Algumas medidas de prevenção

  • Hidrate-se constantemente: beber bastante líquido ajuda a lubrificar as articulações.
  • Alimente-se bem, principalmente antes de exercícios.
  • Aqueça os músculos: nunca inicie qualquer atividade física sem antes aquecer o corpo.
  • Fortaleça a musculatura antes de começar a praticar qualquer tipo de esporte, principalmente tênis.
  • Reduza os movimentos repetitivos. Caso não seja possível, tente fazer pequenas pausas de uma em uma hora na atividade diária e alongue-se.
  • Se você trabalha em frente ao computador durante muito tempo, utilize teclados e mouse ergonômicos, eles diminuem muito os casos de tendinite.

Mau hálito pode provocar separação e até problemas no trabalho

Posted: 25 Mar 2013 01:20 AM PDT



O mau hálito, ou halitose, atinge 30% dos brasileiros e cerca de 50% da população mundial, de acordo com a ABHA (Associação Brasileira de Halitose). Apesar de ser um quadro comum, o popularmente conhecido bafo de onça não é considerado uma doença ou fator de risco para problemas de saúde. No entanto, a periodontista Rosileine Uliana, da ABHA, garante que a condição traz uma série de consequências emocionais.

— O cheiro pode provocar constrangimento, insegurança, isolamento, dificuldade de estabelecer relações amorosas e até baixo desempenho profissional, especialmente se o cargo exigir contato com outras pessoas.

A boa notícia é que o problema tem solução. O primeiro passo para extinguir o odor de uma vez por todas é descobrir sua origem. A professora Marinella Holzhausen, da disciplina de Periodontia do departamento de Estomatologia da Faculdade de Odontologia da Universidade de São Paulo, garante que o estômago, ao contrário do que a maioria pensa, não é o maior vilão do mau cheiro.

— Em 90% dos casos, o problema é de origem bucal, ou seja, é reflexo de gengivite, periodontite, saburra lingual e cárie. Resumindo, falta de higiene.

Segundo a periodontista Gisele Fabri, os distúrbios gastrointestinais ocupam um dos últimos lugares no ranking das cerca de 60 causas da halitose. A especialista em pacientes com necessidades especiais explica que a limpeza deficiente provoca o acúmulo de bactérias na parte superior da língua e são exatamente esses micro-organismos que liberam substâncias, como o gás sulfídrico, responsáveis pela alteração do hálito.

— Para identificar a saburra lingual, uma das principais causas do mau hálito, é preciso observar se a língua está com uma coloração esbranquiçada, se há uma sensação de boca seca ou descamação da cavidade oral. O cheiro característico de ovo podre ou enxofre pode ser outro sinal importante.

A especialista também chama a atenção para as doenças periodontais. Ela explica que o acúmulo de placa bacteriana proveniente da falta de higiene desencadeia a inflamação da gengiva que, se não tratada, pode evoluir para a periodontite — doença que acomete os ligamentos e ossos que dão suporte aos dentes — e provocar o odor desagradável

Como todos esses "sintomas" costumam passar despercebidos, a professora da USP avisa que a halitose pode ser mais facilmente detectada por um estranho do que pela própria pessoa porque "o olfato acaba se acostumando com o cheiro e perde a capacidade de perceber o problema".

Neste caso, a ABHA oferece um serviço chamado SOS Mau Hálito destinado a pessoas que têm um amigo com o problema. É bem fácil ajudar: basta preencher o formulário para que a entidade envie um e-mail ou carta, sem revelar a pessoa que fez a "denúncia", com informações da halitose e indicação de profissionais.

Quando o mau hálito é normal?

Antes de sair correndo atrás do dentista, Gisele alerta que em algumas situações, entre elas ao acordar, o cheiro "ruim" é normal. No entanto, ela cita jejum prolongado, tabagismo, consumo excessivo de bebidas alcoólicas, envelhecimento, regime de restrição alimentar, uso de antidepressivos e até longos papos como agravantes do quadro.

— Essas situações diminuem a produção de saliva, considerada o detergente natural da boca. Isso reflete na decomposição acelerada das bactérias, causando o odor desagradável.

Isso significa que, por ser um fenômeno passageiro, não há necessidade de tratamento odontológico. A orientação das dentistas é comer a cada três horas, ingerir de dois a três litros de água por dia e priorizar alimentos fibrosos, como maçã e cenoura, que auxiliam na limpeza da boca. Rosileine acrescenta que o abandono do cigarro é outra atitute recomendada.

— Além de prejudicar o hálito, o fumo aumenta em quatro vezes o risco de doença periodontal, sem falar nas consequências para a saúde como um todo.


Fratura de fumante demora mais a curar

Posted: 25 Mar 2013 01:20 AM PDT


  Fumantes têm mais chances de desenvolver complicações durante a recuperação de fraturas ósseas, afirma estudo americano  Foto: Philippe Huguen / AFP

Fumantes têm mais chances de desenvolver complicações durante a recuperação de fraturas ósseas, afirma estudo americano Philippe Huguen / AFP

FILADÉLFIA, EUA - Um estudo da Universidade da Filadélfia dá prova à constatação de que fumantes levam mais tempo para se recuperar de fraturas e têm mais chances de complicações em pós-operatório de traumas. Os resultados mostram que, entre todos os tipos de lesões, ossos fraturados de fumantes levam seis semanas a mais para se recuperarem, em comparação com os não fumantes - 30,2 semanas, contra 24,1. Outro resultado indica que fraturas de quem fuma tem 12.3 mais chances de não calcificarem direito e ficarem sem curar.

- O tabagismo é amplamente reconhecido como uma das principais causas de doenças evitáveis nos EUA, mas tem havido uma falta de evidência de outros efeitos colaterais de fumo, por exemplo, como ele muda a forma como os nossos ossos curarem - disse Samir Mehta, chefe do Serviço de Ortopedia e Trauma Fratura na Penn Medicine. - Nosso estudo adiciona suporte substancial para as evidências que mostram que fumar leva a um risco significativo para a fratura de pacientes. Estes riscos precisam ser abordados com o paciente no momento da lesão e quando se prescreve o tratamento cirúrgico.

Os estudos incluíram análises de fraturas na tíbia, fêmur e bacia, tornozelo, úmero e múltiplos ossos longos. No total, 6.480 casos de fratura, com ou sem indicação cirúrgica, foram avaliados.


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