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Você sabe como ocorre a Tendinite de Aquiles? Posted: 20 Sep 2012 01:12 PM PDT Segundo a mitologia grega, Aquiles tinha um único ponto vulnerável em seu corpo. Um ponto fraco que foi herdado pela humanidade ao "batizar" o tendão calcâneo de tendão de Aquiles.
O tendão é um tecido fibroso, composto primariamente por colágeno, que conecta o músculo ao osso, sendo responsável pela transferência de força entre os dois gerando o movimento da articulação. O tendão de Aquiles que hoje pela nomina nova passou a ser chamado de tendão calâneo é o mais resistente do corpo humano, e o mais suscetível a lesões, por pertencer a um grupo músculo-tendineo que cruza duas articulações: o joelho e o tornozelo. É importante diferenciarmos 4 lesões distintas, que na verdade, podem ser vistas como 4 estágios evolutivos da mesma patologia. A tendinite (estágio inicial) é um processo inflamatório que leva a dor na face posterior do tornozelo. As Lesões parciais cicatrizam.porem quando esta cicatrização ocorre de um aforma desordenada forma-se um tecido que não apresenta as mesmas características mecânicas do tendão íntegro. A alteração desse tecido cicatricial gera a tendinose, que pode ser traduzida como uma tendinite crônica, ou seja a terceira fase. Muitas vezes quando não tratada a tendinite pode evoluir a um ponto ainda mais grave e pode provocar uma lesão completa do tendão. As duas primeiras vezes são mais fáceis de tratar, com as medidas que estamos descrevendo abaixo elas são facilmente resolvidas. Já a fase da tendinose e ruptura do tendão requerem cuidados especiais sendo até as vezes indicado tratamento cirúrgico. • aumento abrupto da quilometragem ou velocidade nos treinos; Inicialmente, o principal sintoma da tendinite é a dor, bem localizada, na face posterior do tornozelo. Nos estágios iniciais, a dor aparece ao final do treino ou durante subidas mais íngremes. Após certo período, a dor começa a incomodar cada vez mais cedo no treino, evoluindo para episódios de dor, mesmo em repouso. Uma queixa comum é a dor ao subir escadas. Um déficit de força para realizar a flexão plantar do tornozelo é outro sintoma comum. O principal sinal físico é um edema (inchaço), localizado sobre o tendão. Nodulações podem aparecer no trajeto tendíneo. Alguns diagnósticos diferenciais devem ser pesquisados na hipótese de tendinite calcânea: • a síndrome do impacto posterior, secundária a presença de um osso acessório (os trigonum); Todos esses são patologias que podem ser confundidas com a tendinite e devem ser avaliadas e afastada do diagnóstico. O tratamento depende do estágio evolutivo da lesão, sendo a ressonância nuclear magnética o exame mais sensível para essa avaliação. Nos estágios iniciais e na maioria das rupturas parciais, o tratamento consiste em repouso, que pode ser o afastamento absoluto de qualquer atividade física, ou apenas uma redução na intensidade do treino. Em casos mais extremos, um período de imobilização (com gesso ou brace) é benéfica. Os antiinflamatórios não-hormonais são importantes na fase aguda, principalmente aqueles com inibição seletiva da COX2, por apresentarem maior segurança contra efeitos adversos, são a medicação de escolha. É importante salientar o risco das infiltrações com corticoesteróides, porem quando bem indicadas, apresentam bons resultados. Uma infiltração realizada inadvertidamente no tecido tendíneo pode provocar sua ruptura. O uso de orteses, principalmente para o calcanhar, diminuem a tensão no tendão e quando necessário, corrigem o mau alinhamento do retro pé. Nos últimos anos tem-se obtido excelentes resultados com a aplicação do PRP (plasma rico em Plaquetas) isso nada mais é do que um material retirado do sangue do próprio paciente e passado por um processo. Esse PRP será alvo de um artigo especifico nosso, ele representa uma das maiores evoluções da Traumatologia desportiva dos últimos tempos Fisioterapia, está deve ser o método de escolha do tratamento onde incluindo, além dos meios físicos (crioterapia, USOM, tensis) fazemos o fortalecimento e alongamento da musculatura da panturrilha (gastrocnêmioe sóleo). La no INSBOT temos o cuidado de manter uma relação muito próxima com nossos fisioterapeutas, pois como a coordenadora de nossa unidade do Rio Vermelho, Dra. Mariana Marques diz : "o mais importante é nos comunicarmos e entender as necessidades do paciente". Por Dr. Fábio Costa |
Estudo descarta inalação diária de corticoides para controlar asma Posted: 20 Sep 2012 08:48 AM PDT Pesquisas existem para comprovar cetos hábitos adquiridos com o tempo. A inalação diária de corticoides para controlar a asma seriam inúteis, concluiu uma pesquisa realizada nos Estados Unidos e que pode modificar a prática médica no combate a esta doença respiratória crônica que afeta dezenas de milhões de pessoas.
Atualmente, a recomendação consiste em inalar duas doses de corticoides por dia, além de fazer inalações de albuterol, que dilata as vias respiratórias, em caso de crise aguda de asma, explicaram os autores do estudo, publicado na edição desta quarta-feira (12) da revista Journal of the American Medical Association (JAMA). Para estudar as diferentes opções de tratamento antiasmático no longo prazo, os pesquisadores da faculdade de Medicina da Universidade do Texas (sul) acompanharam 340 adultos que sofriam de asma persistente, leve ou moderada.
Os cientistas examinaram principalmente a reação dos brônquios, as funções pulmonares, a quantidade de dias de trabalho ou de escola perdidos, a intensificação dos sintomas e as crises agudas segundo tratamentos acompanhados durante nove meses. Este período permitiu fazer ajustes, assim como levar em conta as variações sazonais. Neste sentido, não foi constatada qualquer diferença notável no fato de se fazer ou não duas inalações de corticoides por dia ou não. "A descoberta de que estas duas opções de tratamento não produzem resultados muito diferentes poderiam mudar a forma com que médicos e pacientes tratam a asma, oferecendo-lhes uma opção mais fácil de seguir e menos cara", destacou o doutor William Calhoun, professor de Medicina da Universidade do Texas e principal autor do estudo. "Os resultados são baseados em fundamentos sólidos de pesquisa sobre esta doença e são produzidos em um momento em que os casos de asma aumentam a um ritmo alarmante, sobretudo entre os americanos de baixa renda", acrescentou. Cerca de 25 milhões de pessoas sofrem de asma nos Estados Unidos e a doença custa 3.300 dólares por doente ao ano em tratamentos médicos, faltas no trabalho e nas escolas, assim como em mortes prematuras. |
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