EDUCAÇÃO FÍSICA DO PROFESSOR WILLIAM PEREIRA

Este blog é a continuação de um anterior criado pelo Professor William( http://wilpersilva.blogspot.com/) que contém em seus arquivos uma infinidades de conteúdos que podem ser aproveitados para pesquisa e esta disponível na internet, como também outro Blog o 80 AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA (http://educacaofisica80aulas.blogspot.com/ ) que são conteúdos aplicados pelo Professor no seu cotidiano escolar.

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Newsletter da Saúde

Newsletter da Saúde


Faça parte da minha rede no LinkedIn

Posted: 06 Dec 2011 12:42 AM PST

 
LinkedIn
 
 
 
 
From Dani Souto Fisioterapeuta
 
Fisioterapeuta at Faça Fisioterapia
Natal Area, Brazil
 
 
 

Eu gostaria de adicioná-lo à minha rede profissional no LinkedIn.
-Dani Souto

 
 
 
 
 
 
You are receiving Invitation to Connect emails. Unsubscribe
© 2011, LinkedIn Corporation. 2029 Stierlin Ct. Mountain View, CA 94043, USA
 


Passar muito tempo sentado prejudica o corpo e o organismo

Posted: 05 Dec 2011 06:37 PM PST



O culpado dos quilos em excesso está longe de ser apenas a má alimentação. Um novo estudo americano mostra que a falta de atividade física no trabalho aumenta a obesidade. Os autores da pesquisa, publicada na revista PloS One, compararam o gasto energético atual dos americanos trabalhadores com o gasto em 1960. A conclusão foi de que, hoje, as pessoas gastam 140 menos calorias do que antes e apenas 20% delas trabalham em funções que exigem atividade física moderada, enquanto, na década de 60, essa proporção era de 50%.

O sedentarismo faz parte da sociedade atual - e não apenas durante o trabalho. Quando você entra no ônibus, procura logo um assento vazio; quando está diante de uma praça de alimentação, espera impacientemente um lugar para sentar; depois de subir uma ladeira, um banco de rua pode ser muito bem-vindo. Mas, já parou para pensar quanto tempo da sua vida você fica sentado? Provavelmente não, pois nos acostumamos a isso assim que chegamos à escolinha e somos encaixados na carteira.

Com o passar do tempo, sentar-se virou sinônimo de recompensa, de descanso. Porém, é importante reconhecer que isso pode ser prejudicial, principalmente se você passa o dia todo sentado. "Hoje em dia existem muitas profissões que mantém o indivíduo sentado. Quem trabalha em escritório ou como motorista, por exemplo, precisa tomar alguns cuidados com o corpo", indica Raul Santo de Oliveira, fisiologista do exercício da Unifesp. 

Ai, minha coluna

Quem nunca sentiu dor na coluna, que atire a primeira pedra. A maior consequência de ficar muito tempo sentado é o comprometimento da coluna vertebral. "Quando estamos sentado, os discos intravertebrais - responsáveis pelo amortecimento do impacto dos movimentos- ficam muito pressionados, causado inflamação nos nervos e, por isso, a dor nas costas e o desvio postural. Eventualmente, isso pode levar a problemas mais sérios como a hérnia de disco", afirma o fisiologista. Com o passar do tempo, os nossos tendões ficam naturalmente mais curtos. Porém, para aquelas pessoas que passam muito tempo sentadas, esse encurtamento acontece mais cedo. Mais um motivo para as dores aparecerem.  

Circulação comprometida

Além da coluna, problemas circulatórios sérios podem ocorrer. "Quando estamos sentados, há uma compressão de todos os vasos sanguíneos. O sangue não circula direito, há dificuldade de oxigenação do corpo, de transporte de nutrientes e de hormônios. O cansaço e a fadiga podem também ficar acentuados com a má circulação sanguínea", diz Raul Santo. 

Obesidade

E por que não falar em obesidade? Quando você não se movimenta muito, o metabolismo fica mais lento e sua queima calórica é mais baixa. Isso, quando associado a outros fatores, como falta de exercício físico e pré-disposição, pode levar ao sobrepeso e, mais gravemente, a obesidade.

A melhor saída

Para quem precisa trabalhar sentado, mudar de emprego não dá, claro. O caminho não é bem por aí. É muito mais simples que esse, na verdade. "As pessoas podem fazer exercícios simples de alongamento do corpo, quando estão sentadas ou quando se levantam para ir ao banheiro ou pegar um cafezinho. Espreguiçar-se vai dar maior oxigenação ao organismo. Faça uma pausa a cada uma hora ou uma hora e meia sentado para alongar o pescoço e a coluna e mexer as pernas", explica Raul Santo. " É importante que a pessoa crie o hábito de alongar-se para reposicionar o corpo, tentando alcançar o equilíbrio postural."

Trabalho mais confortável

O especialista acredita que as empresas precisam ter consciência dos males que podem trazer aos funcionários e investir mais em técnicas que visem o aumento da qualidade de vida como a ginástica laboral e a ergonomia, por exemplo.

Mas o que é ginástica laboral? Segundo Raul Santo, esse é um recurso de exercícios simples que pode ser aplicado várias vezes ao longo do expediente. A empresa contrata um profissional para ensinar aos funcionários o método correto de se alongar. Os exercícios, que duram cerca de 10 minutos, geralmente são feitos com música e os envolvidos podem fazê-los usando a própria roupa do corpo. "A ginástica laboral é feita de duas a três vezes ao dia e os resultados são muito proveitosos. Já com a ergonomia, o objetivo é ajustar o corpo de alguém ao meio onde ele vive e trabalha." Para isso, os móveis e os objetos com os quais ele está envolvido precisam estar de acordo com as estruturas do corpo humano.

 "A cadeira não pode ser nem alta nem baixa. O ideal é que os pés da pessoa fique acomodados no chão. O encosto precisa dar apoio para que o corpo do funcionário forme um ângulo de 90°. Para quem trabalha em frente ao computador, a tela precisa estar na linha dos olhos."

Até as roupas que vocês usa para trabalhar podem te ajudar a melhorar. "Procure usar roupas mais confortáveis para que o sangue possa circular sem maiores dificuldades. Sapatos muito apertados podem prejudicar o retorno do sangue venoso para o coração e com isso manter o metabolismo lento. O salto alto, muitas vezes, pode desencadear varizes e encurtamento de tendões", diz Raul Santo. 


Video: Hérnia de disco provoca dores nas costas

Posted: 05 Dec 2011 06:34 PM PST



Hérnia de disco

Dores nas costas podem ter muitas causas. Uma delas é a hérnia de disco, uma doença que pode atingir pessoas de qualquer idade, mas prevalece em indivíduos entre 30 e 50 anos de idade.

Como acontece?
O ortopedista Rodrigo Junqueira explica que a base de sustentação do corpo é composta por vértebras, que possuem um canal por onde passa a medula. Entre as vértebras existe um mecanismo de redução do atrito entre os ossos, os chamados discos intervertebrais, formados por um tecido cartilaginoso. Com o passar do tempo, esses discos sofrem desgaste e saem da posição normal. Este deslocamento faz com que o disco comprima os nervos que passam pela coluna, causando dor não só nela própria, mas também em outras partes do corpo.

Diagnóstico
Para confirmar o diagnóstico da doença podem ser feitos exames de raios-x, tomografia e ressonância magnética. A escolha do tratamento leva em conta a gravidade do quadro, podendo ser feita à base de fisioterapia ou procedimentos cirúrgicos. No entanto, quem faz a cirurgia não fica livro do problema. É preciso tomar muito cuidado com a coluna para que o problema não volte ou apareça em outro disco.

Causas e prevenção
Muitas podem ser as causas da formação de uma hérnia. A predisposição genética é a mais importante delas. O envelhecimento, a falta de atividade física e o tabagismo são outros fatores de risco. Mas outras atitudes que sobrecarregam a coluna também propiciam o quadro. Carregar excesso de peso e ter uma postura ruim são fatores a serem evitados para a boa saúde das suas costas.


Video: O que é lombalgia?

Posted: 05 Dec 2011 06:33 PM PST



Existem dois tipos de lombalgia: aguda e crônica. A primeira é caracterizada por uma dor forte e repentina, que aparece após algum esforço físico. É conhecida como "mau jeito". Já a forma crônica pode ser causada por problemas degenerativos e tendem a se agravar com a idade. Podem ser causas inflamações, infecções, hérnias de disco, artrose e, até mesmo, problemas emocionais. O ortopedista Rodrigo Junqueira explica que alguns fatores podem propiciar o problema. São o estresse, a obesidade, sedentarismo, trauma, gravidez e trabalhos repetitivos. Todos estes fatores influenciam na causa mais importante de dores na coluna lombar: a postura.

Postura
Para evitar dores causadas pela má postura é preciso se reeducar para não sobrecarregar a coluna. A forma como você dorme pode ajudar bastante no problema. A melhor posição na hora do sono é aquela em que se fica de lado, preservando o alinhamento da coluna. O fisioterapeuta Francis Nassar explica que, para isso, a escolha do travesseiro é essencial. Escolha um travesseiro na altura dos ombros, deixando o pescoço sempre reto. Além disso, flexionar as pernas também pode ajudar bastante, já que traz relaxamento para a coluna lombar. Você pode, ainda, utilizar um travesseiro entre as pernas.


Clareamento dental deixa os dentes sensíveis?

Posted: 05 Dec 2011 06:24 PM PST



A TV Minha Vida preparou uma série de vídeos exclusiva para ajudar você a cuidar melhor dos seus dentes. A dentista Ana Paula M. C. Carvalho responde as principais dúvidas sobre saúde bucal e fala sobre a escova de dente ideal, cárie, tártaro e clareamento dental.


Como o cigarro prejudica a gestação?

Posted: 05 Dec 2011 06:20 PM PST


Risco de dengue cresce em um terço das cidades paulistas

Posted: 05 Dec 2011 05:14 AM PST

Risco de dengue cresce em um terço das cidades paulistas


Uma em cada três cidades do Estado de São Paulo corre mais riscos em relação à dengue agora do que em 2010 – nesses municípios houve um aumento no número de focos de reprodução do mosquito transmissor da doença, o Aedes aegypti. O dado leva em conta o índice de casas em que há larvas do mosquito.

Os dados do Liraa 2011 (Levantamento de Índice Rápido de Infestação por Aedes aegypti), divulgados nesta segunda-feira (5) pelo Ministério da Saúde, mostram que em 20 das 60 cidades analisadas houve uma piora nos índices de infestação do inseto.

O pior quadro foi registrado em Catanduva, a 385 km da capital de São Paulo, em que o índice passou de 1,4% em 2010 para 4% agora, ou seja, a cada cem casas, em quatro há larvas do mosquito, o que indica que existe risco de surto da doença. No Estado, essa é a única cidade com risco de surto. Na capital, o índice é de 0,1%.

Em 32 dos municípios (53%), o índice melhorou, o que indica que há menos riscos de surtos da doença. Em oito (13%), a situação ficou igual ou não havia dados no ano passado, o que não permite fazer a comparação.

Os dados do ministério mostram que, em todo país, 48 municípios estão em situação de risco para ocorrência de surto de dengue. Entre as cidades nessa situação, que abrigam 4,6 milhões de pessoas, estão três capitais: Cuiabá (MT), Rio Branco (AC) e Porto Velho (RO).

De acordo com o secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa, é importante redobrar os cuidados nesse momento.

- Todo verão temos condições muito favoráveis para o mosquito. Precisamos agir agora para evitar que tenhamos surto grande no verão, já que as maiores transmissões são entre janeiro e maio, quando temos aumento da temperatura e da chuva também.

Os criadouros do mosquito são diferentes em cada região do país. No Norte e Sul, a maioria das larvas encontradas estavam em resíduos de lixo. Nos municípios do Norte 44% dos imóveis tinham larvas no lixo, por exemplo.

No Nordeste e Centro-Oeste, as larvas encontradas estavam principalmente em reservatórios de água. No caso dos municípios do Nordeste, mais de 72% dos casos estavam em caixas de água, tambores e poços ligados ao abastecimento.

No Sudeste o problema da dengue está principalmente em depósitos domiciliares, ou seja,vasos, pratos, bromélias, ralos, lajes e piscinas.

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, lembrou que o Liraa dá uma fotografia da situação da dengue no país, que pode mudar rapidamente, já que o mosquito tem uma alta capacidade de adaptação.

- O risco de ter epidemia é sempre uma combinação entre ter mosquito e ter pessoas suscetíveis para ter ou não a doença. O levantamento é importante nesse momento porque é um alerta para intensificar o cuidado. Para ajudar na mobilização da comunidade e resolver o problema onde está o foco do mosquito.

Veja alguns motivos que explica os surtos de dengue no Brasil


Vírus Tipo 1:
Existem quatro tipos de vírus da dengue. No Brasil, circulam três deles: 1, 2 e 3. As pessoas que já se infectaram com um dos tipos de dengue tornam-se imunes a esse tipo, mas ficam suscetíveis aos demais. Além disso, quando uma versão do vírus atinge uma região e retorna anos depois, ele vai infectar as pessoas que não estavam no local durante a primeira infestação –
em geral, os mais jovens ou novos moradores. O atual surto se deve ao tipo 1, que circulou com maior intensidade na década de 90 e voltou a predominar em alguns Estados no final de 2009.

Condições urbanas:
O mosquito tem hábitos urbanos e se desenvolve dentro das casas. Além disso, com a expansão populacional e das cidades, existe maior acúmulo de lixo e entulho. Locais com água parada e limpa, como terrenos baldios, casas fechadas, caixas d'água abertas, calhas, pneus e telhas, favorecem os focos do mosquito.

Condições climáticas:
O calor e o aumento das chuvas no verão contribuem para a proliferação dos criadouros do mosquito. Já o excesso de água, por outro lado, não favorece aos criadouros. Os grandes temporais acabam exterminando esses focos. O Aedes aegypti gosta de água limpa e parada.

Articulação dos governos:
Para conter a dengue, o Ministério da Saúde repassa os recursos para Estados e municípios, que definem quanto será investido no combate à doença, conforme o cenário local. Portanto, essa tarefa é dividida. Para que esse modelo funcione, as três esferas de governo (federal, estadual e municipal) precisam estar articuladas. O ministério admite que esse é um trabalho de difícil execução e que não envolve apenas os setores de saúde, o que complica ainda mais o trabalho.

Proliferação do mosquito:
A dengue já atinge áreas que antes estavam livres do mosquito. Em 1995, o Aedes aegypti, que transmite a doença, estava presente em 1.753 municípios brasileiros. Hoje ele se encontra em 4.007 localidades, o que equivale a 80% das cidades brasileiras. Com isso, mais pessoas ficam expostas ao mosquito.

Transporte de pessoas e de cargas:
Como existem mais pessoas fazendo viagens e mais produtos sendo transportados, aumentam as chances
de pessoas infectadas irem para locais livres da doença. Se elas forem picadas pelo mosquito, o vírus então
começa a circular nessas regiões.

 

 


Nenhum comentário: