EDUCAÇÃO FÍSICA DO PROFESSOR WILLIAM PEREIRA

Este blog é a continuação de um anterior criado pelo Professor William( http://wilpersilva.blogspot.com/) que contém em seus arquivos uma infinidades de conteúdos que podem ser aproveitados para pesquisa e esta disponível na internet, como também outro Blog o 80 AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA (http://educacaofisica80aulas.blogspot.com/ ) que são conteúdos aplicados pelo Professor no seu cotidiano escolar.

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Newsletter da Saúde

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O que compõe o cigarro?

Posted: 23 May 2013 07:08 AM PDT



A fumaça do cigarro é uma mistura de aproximadamente 4.720 substâncias tóxicas diferentes; que se constitui de duas fases fundamentais: a fase particulada e a fase gasosa.

Na fase gasosa é composta, entre outros por monóxido de carbono, amônia, cetonas, formaldeído, acetaldeído, acroleína. A fase particulada contém nicotina e alcatrão.

Essas substâncias tóxicas atuam sobre os mais diversos sistemas e órgãos, contém mais de 60 cancerígenos, sendo as principais citadas abaixo:

Nicotina - é a causadora do vício e cancerígena;

Benzopireno - substância que facilita a combustão existente no papel que envolve o fumo;

Substâncias Radioativas - polônio 210 e carbono 14;

Agrotóxicos - DDT;

Solvente - benzeno;

Metais Pesados - chumbo e o cádmio (um cigarro contém de 1 a 2 mg, concentrando-se no fígado, rins e pulmões, tendo meia-vida de 10 a 30 anos, o que leva a perda de capacidade ventilatória dos pulmões, além de causar dispnéia, enfisema, fibrose pulmonar, hipertensão, câncer nos pulmões, próstata, rins e estômago);

Níquel e Arsênico - armazenam-se no fígado e rins, coração, pulmões, ossos e dentes resultando em gangrena dos pés, causando danos ao miocárdio etc..;

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Notícias da Educação Física

Notícias da Educação Física


Alterações fisiológicas na altitude

Posted: 23 May 2013 04:32 AM PDT


A menor PO2 na altitude desencadeia diversas respostas fisiológicas no ser humano para ele suportar o ambiente hipóxico dessa região. Quanto maior a altitude, mais intenso é o estresse no indivíduo. A literatura classifica a altitude em baixa (até 1200 m), em média (1300 a 2400 m), em elevada (2500 a 4300 m), em muito elevada (4400 a 5500 m) e em extrema (5600 a 8850 m)12,13. Portanto, o treinador precisa conhecer as alterações fisiológicas imediatas e a longo prazo no esportista que vai disputar e/ou treinar na altitude, com o intuito de planejar uma aclimatação adequada e um treinamento embasado cientificamente. Tanto a aclimatação e o treinamento deverão estar norteados pela periodização.

Nos sub-capítulos a seguir, serão explicados ao professor de Educação Física as respostas fisiológicas imediatas e a longo prazo causadas no atleta pelo ambiente hipóxico da altitude.

Alterações fisiológicas imediatas na altitude

Um dos ajustes fisiológicos imediatos acontecidos na altitude é a hiperventilação, ela ocorre para compensar a menor PO2. A menor PO2 arterial estimula o sistema quimiorreceptor14, que é composto por pequenos corpúsculos aórticos e carotídeos situados ao lado das artérias aorta e carotídea que se localizam no peito e pescoço. Esses corpúsculos possuem grande vascularização arterial e suas células neurais receptoras avisam a falta de O2 no sangue. Quando os corpúsculos aórticos e carotídeos são estimulados, seus receptores levam sinais pelos nervos vago e glossofaríngeo para o bulbo raquidiano.

Estes sinais chegam ao centro respiratório, e imediatamente ocorre o aumento na ventilação alveolar15, que faz com que a concentração do O2 alveolar fique próximo do ar ambiente da altitude e conseqüentemente facilita o transporte de O2 para os tecidos16. Outra vantagem do aumento da PO2 alveolar é que elimina a quantidade em demasia de CO2 que é expirado com a hiperventilação, evitando uma subida da potência do íon hidrogênio (pH) do sangue e reduzindo a concentração de íons hidrogênio (H+)17.

Esse aumento da PO2 alveolar normaliza em algumas semanas a respiração, ou seja, a hiperventilação é cessada. Caso o atleta vá para uma altitude maior, essa resposta fisiológica da hiperventilação acontece novamente para compensar a menor PO2. O fim da hiperventilação cessa em poucas semanas, caso isso não aconteça, pode levar o indivíduo a uma fadiga diafragmática18, merecendo que o esportista retorne a altitude mais baixa para evitar esse incômodo.

A maior resposta cardiovascular é outro ajuste fisiológico imediato. Nos estágios iniciais de adaptação à altitude, acontece aumento do débito cardíaco (Q) (Débito cardíaco: Quantidade de sangue bombeado pelo coração por unidade de tempo) e da freqüência cardíaca (FC)19. Enquanto que o volume de ejeção sistólica (VES) (Sístole: Porção do ciclo cardíaco na qual os ventrículos se contraem) (Volume de ejeção: Quantidade de sangue bombeado pelos ventrículos numa única contração) do coração se mantém inalterado20. O aumento do Q e da FC compensa a redução do O2 arterial, gerando maior fluxo sanguíneo para os músculos21. Esse aumento do Q e da FC proporciona uma modificação muito leve da pressão arterial (PA)22.

A cada 1000 m, o consumo máximo de oxigênio (VO2máx) reduz em 6 a 7%23, diminuindo para 80% no Monte Everest24. A queda do VO2máx está relacionada com a redução gradativa do Q, da FC máxima e de uma menor absorção de O2 para os tecidos (BOGAARD et al., 2002). Essa deterioração do VO2máx gera um maior esforço na altitude25, por exemplo, para um indivíduo pedalar numa carga de 100 watts numa bicicleta ergométrica, ele trabalha numa intensidade de 50% do VO2máx ao nível do mar e 70% do VO2máx quando está na altitude20.

Ajustes fisiológicos a longo prazo na altitude

Um dos ajustes fisiológicos a longo prazo na altitude é o reajuste ácido básico. Em regiões acima do nível do mar é necessário que o atleta realize uma ventilação pulmonar aumentada (respiração) para compensar a menor quantidade de moléculas de O2 por litros de ar desse local26. Essa respiração aumentada ocasiona uma maior expiração de dióxido de carbono (CO2) que acarreta aumento da potência do íon hidrogênio (pH) do sangue, tornando alcalino27. Para o organismo reverter essa condição fisiológica de desequilíbrio, a alcalose respiratória, o rim libera mais íon bicarbonato (HCO3ˉ) com o objetivo de manter o pH do sangue em valores normais, igual a 7.

Durante a exposição do atleta na altitude, era esperado maior acúmulo de lactato [La], pelo fato do esportista realizar um maior esforço em virtude de uma falta de O2 do ambiente28. Porém, foi evidenciado que na altitude o praticante da atividade física ou da modalidade, apresenta uma menor concentração de [La]29. Não existe explicação precisa para esse fenômeno, mas parece que é por causa de uma redução do HCO3ˉ na atividade do equilíbrio ácido básico, onde o músculo envolvido no exercício limita o acúmulo de H+, conseqüentemente a produção de energia pelo metabolismo glicolítico e a formação do ácido láctico (AL) são reduzidas9.

Outra provável causa, é que a redução do [La] está associada a uma menor concentração de adrenalina, que fornece uma menor estimulação à glicogenólise (degradação do glicogênio em glicose para obtenção de energia), logo o metabolismo glicolítico produz menos AL, gerando posteriormente pouca quantidade de [La]30. Essa contradição fisiológica é denominada de parodoxo do [La]31.

As alterações hematológicas são ajustes fisiológicos importantes no atleta na altitude para ele transportar O2 para os tecidos. O volume plasmático tende cair na altitude por causa da mudança do equilíbrio hídrico e da perda de água na respiração5, mas acontece um aumento na concentração de hemácias (Hemácia: Também é chamada de eritrócito ou glóbulos vermelhos, possui cor vermelha característica do sangue e tem função de transportar O2 para os tecidos) e de hemoglobina (Hb) (Hemoglobina: Molécula encontrada nas hemácias que possui ferro e proteína, capaz de ligar-se ao O2) que leva O2 para o esportista32. O aumento das hemácias ocasiona uma maior viscosidade do sangue, gerando em um maior trabalho cardíaco19. Aos poucos, o volume plasmático tende retornar aos níveis normais, mas a quantidade de hemácias e de Hb continua alta para levar O2 para os tecidos e compensar uma menor PO2.

As regiões acima do nível do mar causam modificações na composição corporal, nas enzimas e nas células do atleta33. É aceita a hipótese que a exposição do indivíduo na altitude aumenta a superfície de capilares para melhor abastecimento de sangue com O234. A altitude também desencadeia diminuição das mitocôndrias e a redução de algumas enzimas oxidativas (citrato sintase, sucinato desidrogenase e citocromo oxidase)35. O atleta na altitude está sujeito a uma modificação na composição corporal porque diminui a sua massa muscular, reduz as fibras rápidas e lentas, acontece decréscimo da massa corporal total e o percentual de gordura pode diminuir9,36. Várias dessas alterações podem comprometer a performance do atleta em regiões acima do nível do mar.

Newsletter da Saúde

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Nova linha de tratamento contra a asma

Posted: 22 May 2013 07:23 AM PDT




Só quem é asmático ou tem algum familiar com a doença sabe como é ruim conviver com seus sintomas. Entre eles, tosse, falta de ar, chiado e aperto no peito. No Brasil, a estimativa é que 10% da população sofram desse mal, segundo dados do International Study of Asthma and Allergies in Childhood (ISAAC). Não é à toa que a asma é responsável, no País, por aproximadamente 350 mil internações hospitalares no Sistema Único de Saúde (SUS) por ano.

Agora, um novo medicamento inalatório a base de corticoide promete controlar a doença de maneira eficaz em apenas uma única dose diária, o que diminui os efeitos colaterais. Segundo o laboratório Mantecorp, responsável pela distribuição do Oximax®* (furoato de mometasona) no Brasil, o remédio tem maior potência anti-inflamatória, permitindo que atue por 24 horas.

O pneumologista Rafael Stelmach, do Instituto do Coração (InCor) no HC-FMUSP, explica que o medicamento é indicado para quem tem asma moderada a grave, com sintomas semanais. "O interessante para o paciente é a dosagem muito baixa, que deve ser ingerida uma vez por dia, à noite, visando diminuir os sintomas quando eles são mais frequentes, ou seja, durante a madrugada e no começo e da manhã", garante o médico.

Segundo Stelmach, a grande diferença do furoato de mometasona para os medicamentos já disponíveis é a aderência. "Há dez anos atrás, a medicação era dada a cada seis horas. A tendência agora é que as doses diminuam cada vez mais, entretanto ainda estamos buscando o corticoide ideal, em que uma dose muito baixa não ofereça efeitos colaterais".

A doença em números
Geralmente a asma surge na infância e, por ser uma doença crônica, não tem cura, mas sim tratamento. Ele deve ser feito de maneira preventiva e prolongado, por meio de corticoides e broncodilatadores inalatórios, que são os medicamentos que se mostraram mais eficazes contra a doença até hoje.

Segundo o pneumologista, o paciente necessita de acompanhamento constante, pois está sempre vulnerável aos fatores desencadeadores da crise, como mudanças bruscas de temperatura, poeira doméstica, pelos de animais, mofo, cigarro, poluição, entre outros fatores.

É muito importante cuidar da doença mesmo que as crises não sejam frequentes. Se não for controlada adequadamente, a asma pode levar o paciente à morte - o número de óbitos no Brasil chega a 2,5 mil por ano, sendo que 70% deles ocorrem em idosos e 30% em crianças, jovens e adultos.

Quanto aos cuidados que o asmático deve ter, o pneumologista explica que, além de evitar poeira e cigarro, o paciente precisa deixar a casa limpa e sem carpete. "Se possível, a pessoa deve passar pano com água no chão diariamente", diz. Segundo Stelmach, na hora de dormir, quem tem asma também deve tomar alguns cuidados, como ter um travesseiro antialérgico e não deixar animais de estimação na cama.

Câncer bucal atinge 2,5 vezes mais os homens do que as mulheres

Posted: 22 May 2013 06:45 AM PDT



O câncer de boca pode ser ocasionado por diversos fatores, dentre eles o fumo e o álcool. É uma doença agressiva capaz de mutilar o rosto e até levar à morte. No Brasil, esse tipo de câncer é o quinto mais comum entre os homens e o sétimo em números de casos diagnosticados.

No mundo, são 210 mil novos casos que acontecem por ano e os homens são os mais atingidos, cerca de 2,5 vezes mais que nas mulheres. Informações do Instituto Nacional de Câncer (INCA) revelam que apenas este ano o Brasil deverá registrar mais de 14 mil novos casos de câncer bucal.

Como todas as doenças e problemas de saúde, a melhor maneira de evitar é se prevenindo. Quanto mais cedo for identificado, mais chances o paciente terá, já que evitará o tratamento com radioterapia e quimioterapia, aumentando, assim, as chances de cura

Informativo Express - 22Mai13



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22Mai13
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quarta-feira, 22 de maio de 2013

Notícias da Educação Física

Notícias da Educação Física


Alimentos indispensáveis para quem pratica atividade física

Posted: 22 May 2013 04:27 AM PDT



Todo mundo sabe que uma alimentação saudável e balanceada é importante para manter o peso, ter uma saúde, etc. Mas o que muitas pessoas não sabem é que uma alimentação errada pode te prejudicar até mesmo na hora de praticar atividade física, pode fazer com que seu rendimento seja menor.

Nessa matéria vamos falar sobre alguns alimentos que os praticantes de atividades físicas não podem deixar de fora do seu cardápio diário. Confira!

Carne - o grupo alimentar mais falado quando o assunto é atividade física é o grupo das proteínas, onde a carne está incluída. Isso acontece, pois elas são muito importantes na construção e reparação dos músculos. Outras boas fontes de proteínas são as aves, peixes, ovos, leite e derivados, soja, feijão.

Mas dê sempre preferência às carnes magras e prefira preparações grelhadas, assadas e cozidas.

Arroz - o arroz é um dos principais alimentos da população brasileira e muita gente não sabe que ele pode ser um aliado para ter os resultados que busca com as atividades físicas. Os carboidratos, principal nutriente do arroz, nos fornecem energia, disposição, dão volume aos músculos (glicogênio) e participam ativamente na recuperação do corpo após os exercícios.

Outras fontes importantes de carboidratos são o macarrão, o pão, a batata, a mandioca, entre outros. Sempre que possível, dê preferência a versões integrais.

Azeite - apesar de dever ser consumido com moderação, os alimentos fonte de lipídios, a qual pertence o azeite, não devem ser excluídos da alimentação. Eles colaboram com o fornecimento de energia para o exercício e recuperação. Mas prefira as fontes de gordura vegetal e peixes.

O exercício físico potencializa a formação de radicais livres e quando essa produção ultrapassa a capacidade de defesa antioxidante do organismo, estabelece-se a condição conhecida como "estresse oxidativo" responsável por aumentar a incidência de diversas lesões, alterar o sistema imunológico e reduzir o desempenho.

Morango - o morango é fonte de vitamina C, que atua na melhora do sistema imunológico e auxilia na redução de gordura. Além disso, é um poderoso antioxidante. Outros alimentos fonte de vitamina C são: laranja, acerola, caju, couve.

Germe de trigo - uma das principais fontes de vitamina E, que além de poderoso antioxidante, também favorece o metabolismo muscular. Os óleos vegetais também são excelentes fontes da vitamina.

Castanha do Pará - ela é fonte também de um excelente antioxidante, o selênio. Que além de antioxidante, é importante para o bom funcionamento da tireóide, que como sabemos e responsável por "regular" nosso metabolismo. Peixes e frutos do mar são também fontes de selênio.

Mas de maneira geral, uma dieta rica em verduras, legumes, frutas, e equilibrada em carboidratos, proteínas e lipídios, vai garantir energia e ajudar a conquistar os resultados que almeja com a atividade física.

Por:
Camila Rebouças de Castro
Nutricionista - CRN-3 14.112

Newsletter da Saúde

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Como viver melhor com a artrose

Posted: 21 May 2013 10:59 AM PDT


Artrose, cujo nome mais correto é Osteoartrite (OA), é uma doença lentamente progressiva tipicamente vista a partir dos 40 anos. Ela ocorre quando a cartilagem da articulação se desgasta, causando danos ao osso subjacente. Os sintomas incluem dor nas articulações, rigidez, inchaço, ruídos com os movimentos e diminuição da função. Geralmente acomete as articulações das mãos, coluna vertebral, quadris e joelhos.

Não há cura para a Artrose, mas você pode controlar como isso afeta sua vida. Um bom posicionamento e apoio para o pescoço e para as costas ao sentar ou dormir, cadeiras com regulação de altura para melhor apoiar os pés no chão são um bom começo. Exercícios aeróbicos diários melhoram as dores, aumentam a flexibilidade e a disposição.

Exercícios que aumentam a força dos músculos do quadríceps (músculos da coxa) também podem ajudar a diminuir a dor no joelho.

Fisioterapeutas podem ajudar a escolher os melhores exercícios para o seu caso.

A perda de peso em pessoas obesas pode reduzir a dor e a progressão da Artrose. Manter um peso ideal e com atividade física diária vai fazer toda diferença...

Prevenção de dores na coluna da grávida

Posted: 21 May 2013 09:59 AM PDT



Um dos fatores benéficos é estar na melhor forma física possível antes de engravidar. Se você já está grávida, não é tarde demais para melhorar seu condicionamento físico.

Fazer exercícios reduz a probabilidade de sofrer dor nas costas na gestação. Se você não está acostumada a se exercitar, comece devagar, com orientação do seu médico.

Fazer atividades físicas moderadas com frequência, manter uma boa postura, evitar levantar peso e seguir algumas orientações simples para cuidar das costas podem prevenir o surgimento de dor. Se você tiver que carregar alguma coisa, segure o objeto bem perto do corpo, dobre os joelhos, e não as costas, e tente não torcer o corpo.

Se você fica muito tempo sentada, procure manter a coluna bem reta. Um dos jeitos de fazer isso é apoiar os pés num banquinho, e usar um rolinho ou uma almofada na base da coluna. Levante-se e dê uma caminhada de tempos em tempos.

Evite usar salto alto e prefira sapatos bem confortáveis e firmes. Se você trabalha em pé, tente se organizar para fazer um intervalo de descanso no meio do dia.

Fonte: http://brasil.babycenter.com/a1500456/dor-nas-costas-na-gravidez#ixzz2PQrWoW1c